segunda-feira, 20 de julho de 2009
Meio Ambiente e negócios
O Deputado Estadual Neivo Beraldin participa nesta terça feira (21) da Primeira Convenção Hemisférica sobre Proteção Ambiental Portuária da Organização dos Estados Americanos (OEA). O evento começa dia 21 e segue durante quatro dias em Foz do Iguaçu. São esperados representantes de pelo menos 34 países. O tema central do encontro é o meio ambiente, mas os negócios e as alternativas logísticas farão parte dos debates.
terça-feira, 14 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Beraldin fala sobre o trem elétrico
Esta semana fui entrevistado pelo Jornal do Estado sobre meu projeto que sugere a implantação, em Curitiba e Região Metropolitana, de um sistema de transporte integrado por meio de trens elétricos. A reportagem fala sobre as principais vantagens desse meio de transporte e o que é preciso para colocá-lo em prática.
Clique aqui para ver a matéria na íntegra.
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terça-feira, 7 de julho de 2009
Neivo Beraldin em defesa da mulher

Sinto-me honrado de ter feito parte desta luta iniciada em 1984. Na época, reunimos aqui no Paraná, um grupo de pessoas interessadas em defender a mulher. As reuniões e projetos resultaram na criação da primeira Delegacia especializada em atender mulheres. Acredito que, por meio dessa iniciativa, as mulheres venham conseguindo resgatar a sua dignidade, pois todas tem certeza que os maus maridos, companheiros e agressores não ficarão impunes.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Trem elétrico: a melhor solução para o transporte coletivo
Essa semana técnicos de Prefeituras da Região Metropolitana de Curitiba, Coordenação da Região Metropolitana e da Superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes do Paraná (Dnit), se reuniram para debater estratégias de desenvolvimento para a grande Curitiba. Durante o encontro um dos assuntos debatidos foi a proposta que pretende tirar de Curitiba, Pinhais e Almirante Tamandaré o ramal ferroviário. O projeto sugere que, a retirada dos quase 42km de linhas férreas que existem na região, vai reduzir acidentes e trazer mais mobilidade e acessibilidade nesses trechos.
Concordo que os atuais modelos de trem de carga, movidos a diesel, trazem muitos prejuízos ao meio ambiente e à população. Quem vive às margens do ramal ferroviário precisa conviver com o barulho, a poluição e o medo de acidentes, por causa da falta de sinalização adequada em alguns lugares. Mas eu sugiro uma outra alternativa, que além de acabar com os danos causados pela poluição vai resolver outro problema: a falta de um transporte coletivo realmente integrado e eficiente.
Proponho que os trens sejam sim retirados desses trechos, contudo que as linhas férreas permaneçam instalada nesses lugares. Sugiro que toda essa malha ferroviária seja reaproveitada para a implantação do Expresso Metropolitano de Curitiba, um meio de transporte que utiliza trens elétricos. Na prática, as linhas seriam totalmente eletrificadas. Os atuais modelos de trens substituídos por trens elétricos, com pneus de borracha, que não provocam barulho e nem poluição. As subestações que já existem seriam reformadas e outras 28 construídas, tudo isso por um custo de 73 mil dólares. Essa proposta não interfere no atual projeto de construção do metrô Norte – Sul, em Curitiba.
Hoje, existem mais de 100 km de ferrovias que poderiam ser utilizadas: Linha Vermelha (Curitiba – Araucária, com 38km); Linha Verde (Curitiba – Piraquara, com 20km) e Linha Amarela (Curitiba – Rio Branco do Sul, com 44km).
O sistema é totalmente seguro e já é usado nas principais capitais do mundo e em importantes cidades brasileiras como: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. Outras vantagens desse meio de transporte são: baixo custo de Implantação e execução ágil; dispensa desapropriações; manutenção barata; viagens mais rápidas, com horário marcado para chegadas e partidas.
Portanto sugiro que Comec e IPPUC entrem em um acordo para que esse projeto possa sair do papel. Ainda seria possível firmar concessão com a iniciativa privada, tendo em vista que o custo para a implantação do projeto se auto pagaria em apenas 3 anos – isso considerando a passagem a 1 real.
Por isso reafirmo: melhor do que simplesmente acabar com toda a estrutura que existe nesses lugares, é reaproveitar o que já foi feito para melhorar ainda mais a qualidade de vida da população que vai passar a contar com um sistema de transporte verdadeiramente integrado e eficiente.
Nossa homenagem ao Engenheiro Ayrton Cornelsen, o lolo, que, na época em que era diretor do Sudesul encomendou esse projeto de viabilidade técnica – e que será detalhado em momento oportuno.
Concordo que os atuais modelos de trem de carga, movidos a diesel, trazem muitos prejuízos ao meio ambiente e à população. Quem vive às margens do ramal ferroviário precisa conviver com o barulho, a poluição e o medo de acidentes, por causa da falta de sinalização adequada em alguns lugares. Mas eu sugiro uma outra alternativa, que além de acabar com os danos causados pela poluição vai resolver outro problema: a falta de um transporte coletivo realmente integrado e eficiente.
Proponho que os trens sejam sim retirados desses trechos, contudo que as linhas férreas permaneçam instalada nesses lugares. Sugiro que toda essa malha ferroviária seja reaproveitada para a implantação do Expresso Metropolitano de Curitiba, um meio de transporte que utiliza trens elétricos. Na prática, as linhas seriam totalmente eletrificadas. Os atuais modelos de trens substituídos por trens elétricos, com pneus de borracha, que não provocam barulho e nem poluição. As subestações que já existem seriam reformadas e outras 28 construídas, tudo isso por um custo de 73 mil dólares. Essa proposta não interfere no atual projeto de construção do metrô Norte – Sul, em Curitiba.
Hoje, existem mais de 100 km de ferrovias que poderiam ser utilizadas: Linha Vermelha (Curitiba – Araucária, com 38km); Linha Verde (Curitiba – Piraquara, com 20km) e Linha Amarela (Curitiba – Rio Branco do Sul, com 44km).
O sistema é totalmente seguro e já é usado nas principais capitais do mundo e em importantes cidades brasileiras como: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. Outras vantagens desse meio de transporte são: baixo custo de Implantação e execução ágil; dispensa desapropriações; manutenção barata; viagens mais rápidas, com horário marcado para chegadas e partidas.
Portanto sugiro que Comec e IPPUC entrem em um acordo para que esse projeto possa sair do papel. Ainda seria possível firmar concessão com a iniciativa privada, tendo em vista que o custo para a implantação do projeto se auto pagaria em apenas 3 anos – isso considerando a passagem a 1 real.
Por isso reafirmo: melhor do que simplesmente acabar com toda a estrutura que existe nesses lugares, é reaproveitar o que já foi feito para melhorar ainda mais a qualidade de vida da população que vai passar a contar com um sistema de transporte verdadeiramente integrado e eficiente.
Nossa homenagem ao Engenheiro Ayrton Cornelsen, o lolo, que, na época em que era diretor do Sudesul encomendou esse projeto de viabilidade técnica – e que será detalhado em momento oportuno.
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